quarta-feira, 28 de maio de 2014

Hoje eu vou abandonar meu senso de con·ve·ni·ên·ci·a  
e te procurar.
mas joguei meu celular no rio
estou otimista
acho que posso ser feliz
e isso é coisa de 15 minutos

caminhar com as mãos no bolso e um relatório comportamental
gestão de pessoas é uma coisa técnica e gregária
que você já transcendeu

deixa eu cozinhar pra você
te preparo panquecas
não vou tentar te convencer de nada
coloco um filme e te empresto um edredom

quinta-feira, 16 de maio de 2013

medita

quinta-feira, 21 de março de 2013

O Ciclo do novo


As pessoas "mortas" trocam olhares repulsivos entre si, descobriram-se os vícios, as vergonhas. Não há mais nada oculto, só o amor que foi um vulto, até interessante no começo, intediante no fim. Sempre haverá este ciclo: nasce, cresce... morre. Corre!... a felicidade está fugindo, como num sonho onde não se pode correr. Ela está no novo. E o que um dia foi novo já está no fim. Ninguém alcança, mas no final a gente cansa. E a ânsia volta a elaborar nos pensamentos uma saída nova... que não será eterna, mas trará as ilusões que por um momento, são só um sonho feliz... O Ciclo do novo que não tem fim...

domingo, 2 de dezembro de 2012



B-sides
Insights
Lâminas d’água
Longo e passageiro.
Instinto ou luxúria?
Química ou cínica?
Tinta pros olhos
Querosene pras veias
Teias pras noites longas
Ondas
rocks milongas

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

volto ao deserto o sol brando
é só a realidade
do pó ao  pó
o mar apenas agita as ideias
onde escorpiões
são atalaias de Poseidon
o tom
frequência
tudo dissipa
oscila
cresce pra morrer
morre e depois ressurge
grandezas indefinidas
de uma existência pedante
humana e tola
tão trabalhada a toa
alicerces pontuais
cais
é não pensar

domingo, 14 de outubro de 2012

dimdim e suas bolinhas mágicas

anestesia emenda um sonho emana um som - maldição naqueles trapos era mulher mais bela minara de uma rocha tenta salvar-me grintando que sou um sociopata dimdim de-me um pouco disso em sua caixa metálica que prometo não ser mais assim

sábado, 15 de setembro de 2012

Por indelicadeza ou falta de sorte sei lá. melhor queimar as cartas ocultar qualquer manifestação e não tentar dançar. só preciso dum envelope com meio centímetro de papel dentro.