O ambiente emudece.
Obedece à prece.
Risos e obras...
O telefone toca! Tudo meio baixo, escasso.
Nesse mar árido, anoiteço inebriado.
Eu quero tanto!
Meus olhos brilham. Eles sabem o que fiz, mas eu mesmo já não lembro.
Atento!
Já se foi o Silêncio. Preciso me recompor, mas o riso forte e triste é enfadonho.
A pergunta é objetiva, funde-se ao branco da parede... Parede?
Parece mais um mar de sede.
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Escadas
Subi as escadas correndo pra escrever o que veio em mente.
Quase tropeçando, quase esquecendo...
deixei a porta aberta!
Desci as escadas para fechar a porta.
Subi as escadas para ligar o som.
Desliguei a TV e acendi as luzes...
Desci as escadas para tomar um café.
Subi as escadas para escrever.
Escrever...
Na verdade eu abri a porta pra te encontrar debaixo dos
pinheiros numa tarde fria de domingo.
Mas me veio algo em mente;
Por isso subi as escadas.
Porque no fundo eu acredito na realidade.
E você é tão irreal.
Quase tropeçando, quase esquecendo...
deixei a porta aberta!
Desci as escadas para fechar a porta.
Subi as escadas para ligar o som.
Desliguei a TV e acendi as luzes...
Desci as escadas para tomar um café.
Subi as escadas para escrever.
Escrever...
Na verdade eu abri a porta pra te encontrar debaixo dos
pinheiros numa tarde fria de domingo.
Mas me veio algo em mente;
Por isso subi as escadas.
Porque no fundo eu acredito na realidade.
E você é tão irreal.
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