a mas linda que já vi na vida
nos instante em que seus olhos caíram em cima de mim
não pude mais respirar
olho pro horizonte
me distraio
ela se aproxima
respiro fundo
olho
são 7 e 52
ela me olha também
penso
porque
eu e meu complexo de inferioridade
não vale um estorvo
então ela tira um telefone do bolso
alguém diria ser um sinal
mas ela desce no próximo ponto
e desço um pouco além
tenho horário
e vou pro interior
durmo no carro
respiro
ando pelo calçadão
não quero observar
as grifes
mas é meu trabalho
paro e sorrio
forçadamente
neste momento poderia tomar um lexotan
poderia sair de mim
pra descomplicar
tiro um pão com queijo do papel alumínio
iluminando a cabeça
vou para outra cidade
desatento e farto
sem entender quem gosto
e arrependido
sem pretensão de convencer ninguém
com alguma grana
não vejo objetivo
desejo a morte
vou vivendo
longe
dentro
de cara
absurdamente descontente com tudo
num calor desgraçado
engolindo fuligem
sem gostar de pensar
quinta-feira, 26 de junho de 2014
quarta-feira, 28 de maio de 2014
Hoje eu vou abandonar meu senso de con·ve·ni·ên·ci·a
e te procurar.
mas joguei meu celular no rio
estou otimista
acho que posso ser feliz
e isso é coisa de 15 minutos
caminhar com as mãos no bolso e um relatório comportamental
gestão de pessoas é uma coisa técnica e gregária
que você já transcendeu
deixa eu cozinhar pra você
te preparo panquecas
não vou tentar te convencer de nada
coloco um filme e te empresto um edredom
e te procurar.
mas joguei meu celular no rio
estou otimista
acho que posso ser feliz
e isso é coisa de 15 minutos
caminhar com as mãos no bolso e um relatório comportamental
gestão de pessoas é uma coisa técnica e gregária
que você já transcendeu
deixa eu cozinhar pra você
te preparo panquecas
não vou tentar te convencer de nada
coloco um filme e te empresto um edredom
quinta-feira, 21 de março de 2013
O Ciclo do novo

As pessoas "mortas" trocam olhares repulsivos entre si, descobriram-se os vícios, as vergonhas. Não há mais nada oculto, só o amor que foi um vulto, até interessante no começo, intediante no fim. Sempre haverá este ciclo: nasce, cresce... morre. Corre!... a felicidade está fugindo, como num sonho onde não se pode correr. Ela está no novo. E o que um dia foi novo já está no fim. Ninguém alcança, mas no final a gente cansa. E a ânsia volta a elaborar nos pensamentos uma saída nova... que não será eterna, mas trará as ilusões que por um momento, são só um sonho feliz... O Ciclo do novo que não tem fim...
domingo, 2 de dezembro de 2012
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
volto ao deserto o sol brando
é só a realidade
do pó ao pó
o mar apenas agita as ideias
onde escorpiões
são atalaias de Poseidon
o tom
frequência
tudo dissipa
oscila
cresce pra morrer
morre e depois ressurge
grandezas indefinidas
de uma existência pedante
humana e tola
tão trabalhada a toa
alicerces pontuais
cais
é não pensar
é só a realidade
do pó ao pó
o mar apenas agita as ideias
onde escorpiões
são atalaias de Poseidon
o tom
frequência
tudo dissipa
oscila
cresce pra morrer
morre e depois ressurge
grandezas indefinidas
de uma existência pedante
humana e tola
cais
é não pensar
domingo, 14 de outubro de 2012
dimdim e suas bolinhas mágicas
anestesia emenda um sonho
emana um som - maldição
naqueles trapos era mulher mais bela
minara de uma rocha
tenta salvar-me
grintando que sou um sociopata
dimdim de-me um pouco disso em sua caixa metálica
que prometo não ser mais assim
Assinar:
Postagens (Atom)
