A cinza já não pode ser queimada.
Cai no chão, repete-se a cena... não há nada atrás do quadro, nem palavra sã a expressar.
Houve amigos instantâneos, tinta vermelha ou algo em comum.
Não. Na verdade não, ninguém ta entendendo nada, nesse emaranhado de mentes e você pensa que é eu, ouve aquilo que fala em outra voz. Deveras repete as Mesmas palavras até trocando-as de lugar...
Com licença, isto não esteve certo.
- Sim, de certo foi tua, a autoria. Mas naquele dia que tua boca lia, na medida em que minha mão escrevia ... no papel a tinta borrava a maldita frase do teu maldito escrito.
Brinquei, mas ela não riu.
Proferiu nada mais que o silêncio.
domingo, 5 de setembro de 2010
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
domingo, 12 de julho de 2009
quinta-feira, 7 de maio de 2009
A ilusão do controle
Se tudo no intuito foi um simples gesto de desentendimento pessoal
pensa que entende, tende a desentender-se
se inveretesse
vertesse do interesse um assunto inerte
relativo...
não pode
repelindo ou aduzindo o objeto
escorre do teto a lâmpada instante, nesse que decorre da constante:
sentimento atonal.
planando os planos na passarela, me fez correr no sonho
saber tudo de dias azuis em branco.
ornando o encanto de canto
A espera expandindo o sono
desespero de ter em mãos
equalizou ópio em doses consequêntes
ilusão do controle
pensa que entende, tende a desentender-se
se inveretesse
vertesse do interesse um assunto inerte
relativo...
não pode
repelindo ou aduzindo o objeto
escorre do teto a lâmpada instante, nesse que decorre da constante:
sentimento atonal.
planando os planos na passarela, me fez correr no sonho
saber tudo de dias azuis em branco.
ornando o encanto de canto
A espera expandindo o sono
desespero de ter em mãos
equalizou ópio em doses consequêntes
ilusão do controle
domingo, 8 de março de 2009
Andejo que resta cidade pra andar de ruas.
Procurando um fósforo que acenda o tempo e queime o tempo.
Nessa hora sobrepondo o zunido, melodias heterogêneas de pronúncia pueril, cigarras compassando encarecidamente a cadência da música-menor.
Lento e pesado mal que aflige minha sorte.
Avenidas que cortam a minha sede, indiferem ao menos, como de praxe, deixando aos pés o caminho da volta por nada ter encontrado de remédio.
Procurando um fósforo que acenda o tempo e queime o tempo.
Nessa hora sobrepondo o zunido, melodias heterogêneas de pronúncia pueril, cigarras compassando encarecidamente a cadência da música-menor.
Lento e pesado mal que aflige minha sorte.
Avenidas que cortam a minha sede, indiferem ao menos, como de praxe, deixando aos pés o caminho da volta por nada ter encontrado de remédio.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
DEUS LOUCO
criou dois personagens, parafraseando cada qual
em oposição ao outro
abrasivos argumentos.
Não queria afirmar
em oposição ao outro
abrasivos argumentos.
Não queria afirmar
portanto dispôs sem nexo
pra cada um ter o seu de melhor interesse.
subentendendo longe em confusas ondas de rádio mental
não é isso nem aquilo
não é nada do que você tá pensando, nem do que eu to pensando.
subentendendo longe em confusas ondas de rádio mental
não é isso nem aquilo
não é nada do que você tá pensando, nem do que eu to pensando.
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